Métricas
Unit economics: os números que decidem se você pode crescer
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Unit economics são os números por cliente que decidem se a sua empresa pode crescer: custo de aquisição, valor gerado ao longo da relação, a razão entre os dois, o tempo de retorno do investimento e a margem de contribuição. Sem os cinco, escalar verba é aposta.
Para quem é: Dono de PME que quer aumentar o investimento em aquisição e precisa saber, com número, se a empresa aguenta ou se vai quebrar o caixa no meio do caminho.
A resposta direta
Unit economics é a economia de uma unidade — no seu caso, de um cliente. Em vez de olhar o faturamento total do mês, você olha quanto custa trazer um cliente, quanto esse cliente devolve, em quanto tempo devolve e quanto sobra depois dos custos que variam com a venda. São cinco números, e cada um responde a uma pergunta diferente. Trocá-los entre si é o erro mais caro que uma PME comete quando decide crescer.
A regra que decide é dupla, e as duas partes precisam passar ao mesmo tempo. Primeira parte: o cliente precisa devolver, em margem, pelo menos três vezes o que custou para ser trazido. Segunda parte: esse retorno precisa acontecer dentro do prazo que o seu caixa aguenta financiar — na prática, para a maioria das PMEs sem capital de terceiros, até 4 meses é confortável e acima de 9 meses é insustentável. Passar só na primeira parte é a armadilha clássica: empresa lucrativa no papel e quebrada no banco.
Calculadora de LTV/CAC
Quanto posso pagar por um cliente sem ter prejuízo?
Preencha os campos ao lado e clique em Calcular. O número aparece aqui.
LTV dividido por CAC
—
Sobra por cliente
—
Teto de CAC para manter 3x
—
Folga sobre o teto
—
Como esta calculadora faz a conta
As fórmulas exatas, com os nomes dos campos. É o que o servidor e o navegador calculam — a mesma conta nos dois.
- LTV dividido por CAC =
«LTV — margem total do cliente» ÷ «CAC — custo para conquistar um cliente» - Sobra por cliente =
«LTV — margem total do cliente» - «CAC — custo para conquistar um cliente» - Teto de CAC para manter 3x =
«LTV — margem total do cliente» ÷ 3 - Folga sobre o teto =
(«LTV — margem total do cliente» ÷ 3 - «CAC — custo para conquistar um cliente») ÷ («LTV — margem total do cliente» ÷ 3) × 100
O problema real
A cena típica: a campanha vai bem, o dono vê o retorno sobre o investimento em anúncios no painel da plataforma e decide triplicar a verba. Três meses depois, a empresa vendeu mais do que nunca e não tem dinheiro para pagar os fornecedores. Ninguém errou de propósito. O erro foi usar um número que mede a plataforma para tomar uma decisão que é da empresa.
O painel de anúncios sabe quanto você gastou e quanto de receita ele conseguiu atribuir. Ele não sabe o seu custo de produto, não sabe a comissão do vendedor, não sabe quanto do faturamento é parcelado em doze vezes, não sabe quem cancelou no segundo mês. Nada disso aparece na tela, e tudo isso decide se você pode crescer.
Some a isso um segundo problema, mais silencioso: quase nenhuma PME calcula o custo de aquisição incluindo o time. Divide-se a verba de mídia pelo número de clientes e pronto. Só que o vendedor que atende esses leads também custa, a ferramenta de CRM custa, o freelancer que faz o criativo custa. Deixar tudo isso de fora produz um custo de aquisição que parece ótimo e não corresponde a nada.
Como diagnosticar
Comece calculando os cinco números para o último trimestre fechado. Trimestre, não mês: mês isolado tem ruído demais em empresa pequena.
Custo de aquisição de cliente (CAC). Some tudo que existe para trazer cliente novo — mídia, salários e comissões da equipe de aquisição, ferramentas, agência, produção de criativo — e divida pelo número de clientes novos do período. Se um vendedor divide o tempo entre novos e carteira, entre a proporção que ele mesmo estima.
Margem de contribuição. Da receita de um cliente, tire só os custos que variam com aquela venda: produto ou insumo, taxa de meio de pagamento, comissão, custo direto de entrega ou execução. O que sobra é a margem de contribuição. Aluguel e salário administrativo não entram aqui.
LTV (valor do cliente ao longo da relação). Margem de contribuição mensal multiplicada pelo número de meses que o cliente médio permanece. Calcule sempre em margem, nunca em faturamento — LTV em faturamento infla o número e engana.
LTV/CAC. A divisão dos dois. Diz se o negócio é viável no longo prazo.
Payback de CAC. CAC dividido pela margem de contribuição mensal. Diz em quantos meses você recupera o dinheiro. É o número que decide se o caixa aguenta.
Payback de CAC Payback
Número de meses até a margem gerada por um cliente cobrir o custo de tê-lo conquistado. Mede fôlego de caixa, não rentabilidade total.
Fórmula: Payback de CAC = CAC / margem de contribuição gerada pelo cliente por mês
O que esta métrica não diz
O payback não diz se o cliente é rentável no total, apenas quando o investimento volta. Um cliente pode ter payback de três meses e sair no quarto, deixando quase nada. Ele também não considera o custo do dinheiro parado: em juros altos, esperar doze meses custa mais do que a conta simples mostra.
| Situação | LTV/CAC | Payback | Decisão |
|---|---|---|---|
| Verde | 3,0 ou mais | até 4 meses | Pode aumentar verba em degraus de até 20% por semana, recalculando a cada degrau |
| Amarelo por caixa | 3,0 ou mais | 4 a 9 meses | Segure a verba; ataque preço, entrada ou ciclo antes de escalar |
| Amarelo por eficiência | 1,5 a 2,9 | até 4 meses | Corrija conversão e ticket antes de mais verba |
| Vermelho | abaixo de 1,5 | acima de 9 meses | Pare de escalar; o problema é modelo, não mídia |
Faixas de referência de mercado observadas em operações de PME brasileiras em setembro de 2026, não pesquisa publicada. Confira contra o seu próprio histórico antes de tratar como meta.
Um sexto número ajuda a traduzir tudo isso para o dia a dia da mídia: o retorno sobre investimento em anúncios que empata a conta. Com margem de contribuição de 40%, você precisa de R$ 2,50 de receita para cada R$ 1,00 de anúncio só para não perder dinheiro, porque 1 dividido por 0,40 é 2,5. Qualquer campanha abaixo disso está subsidiando cliente.
Como resolver, passo a passo
Passo 1 — Montar a base de custo verdadeira. Liste em uma planilha cada desembolso ligado a trazer cliente novo nos últimos três meses. Saída esperada: um valor total por mês, com o nome de cada linha, que você consiga defender item a item.
Passo 2 — Contar clientes novos, não vendas. Se o mesmo cliente comprou três vezes, ele é um cliente. Saída esperada: número de clientes novos por mês, sem duplicidade.
Passo 3 — Calcular a margem de contribuição real. Pegue três clientes reais de portes diferentes e abra a conta de cada um. Saída esperada: um percentual de margem que você usaria em uma reunião com o contador sem constrangimento.
Calcular seus unit economics a partir da planilha
Resultado esperado
A classificação de cada linha da planilha em grupo, as contas escritas por extenso com os números, um quadro final com CAC, margem por cliente, LTV, LTV sobre CAC e payback, a lista do que faltou e onde buscar, e três decisões priorizadas.
O que não faz
Não audita a sua contabilidade, não separa custo fixo de variável com precisão contábil e não projeta faturamento futuro. Se a sua permanência média é um chute, o LTV vai carregar esse chute — o prompt calcula com o que você deu, e diz que deu.
Você é analista financeiro e trabalha para o dono de uma empresa brasileira
de pequeno ou médio porte do setor {{setor}}. Ele não é da área financeira.
Explique em português do Brasil, com a conta escrita por extenso, sem sigla
que você não tenha definido antes.
DADOS DE ENTRADA
- Linhas da planilha: {{linhas_planilha}} — cole como está, uma linha por
item, com rótulo e valor.
- Período: {{periodo}} — mês e ano a que os dados se referem.
- Clientes novos no período: {{clientes_novos}} — número.
- Ticket e recorrência: {{ticket_e_recorrencia}} — valor médio pago e se é
pagamento único ou mensal.
- Margem de contribuição: {{margem_contribuicao}} — percentual que sobra do
preço depois de tirar TUDO o que varia com a venda: custo de entregar,
comissão, taxa de cartão e imposto sobre a venda. Não é a margem bruta,
que deixa comissão e taxa de fora e infla o valor do cliente.
- Permanência média: {{permanencia}} — quantos meses o cliente fica, ou
quantas compras ele faz.
TAREFA, NESTA ORDEM
1. Separe as linhas em três grupos: custo de aquisição (mídia, comissão,
ferramenta de venda, salário comercial), custo de entrega e custo que não
é de nenhum dos dois. Liste o que ficou em cada grupo.
2. Some o grupo de aquisição e divida por {{clientes_novos}}. Esse é o custo
de aquisição de cliente, o CAC. Mostre a divisão.
3. Calcule a margem por cliente: ticket vezes {{margem_contribuicao}}. Mostre a
multiplicação.
4. Calcule o valor do cliente ao longo do tempo (LTV) como margem por cliente
vezes {{permanencia}}. Mostre a multiplicação.
5. Calcule LTV dividido por CAC e diga em uma frase o que o resultado
significa em dinheiro, não em teoria.
6. Calcule o tempo de retorno do investimento em aquisição: CAC dividido pela
margem mensal por cliente, em meses.
7. Liste o que faltou: para cada entrada ausente, diga qual conta ela trava e
onde encontrar o número.
REGRAS DURAS
- Não invente número, percentual nem estimativa de mercado. Se um dado não
está nos dados recebidos, escreva "entrada faltando" e siga.
- Não calcule uma métrica com dado inventado para "não deixar vazio".
- Quando a classificação de uma linha for ambígua, diga que é ambígua,
escolha um grupo, e mostre o efeito da outra escolha no CAC.
- Toda conta aparece escrita: número, operação, número, resultado.
- Separe fato (veio da planilha) de hipótese (sua leitura).
FORMATO DA RESPOSTA
Seção 1 — "Classificação das linhas": tabela com colunas Linha, Valor, Grupo,
Observação.
Seção 2 — "As contas": uma linha por métrica, no formato "CAC = 31.000 ÷ 25 =
1.240", com uma frase de leitura em cada.
Seção 3 — "Quadro final": tabela com colunas Métrica, Valor, Como foi
calculada.
Seção 4 — "O que faltou": lista de entradas ausentes e onde buscar cada uma.
Seção 5 — "Três decisões", em ordem de impacto, cada uma citando o número que
a sustenta.
CRITÉRIO DE QUALIDADE, CONFIRA ANTES DE RESPONDER
Refaça cada divisão e multiplicação e confirme que fecham. A soma dos grupos
é igual à soma das linhas recebidas. Nenhuma métrica foi calculada com dado
ausente. No máximo três decisões, cada uma citando um número da seção 3.Variáveis a substituir
setorSetor e região de atuação da empresa.Ex.: software de gestão para academias, Recifelinhas_planilhaAs linhas de custo do período, com rótulo e valor.Ex.: Meta Ads 12.000; Google Ads 6.000; salário comercial 9.000; comissões 3.000periodoMês e ano dos dados.Ex.: agosto de 2026clientes_novosQuantidade de clientes conquistados no período.Ex.: 25ticket_e_recorrenciaValor médio pago pelo cliente e se é único ou mensal.Ex.: R$ 890 por mês, cobrança recorrentemargem_contribuicaoPercentual que sobra do preço depois de todo custo que varia com a venda: entrega, comissão, taxa e imposto.Ex.: 60%permanenciaMeses de permanência média ou número de compras.Ex.: 14 meses
Passo 4 — Estimar a permanência. Se você tem recorrência, use o histórico de cancelamento. Se vende por projeto, conte quantos projetos o mesmo cliente contrata em dois anos. Saída esperada: um número de meses, declarado como estimativa até você ter dois anos de base.
Passo 5 — Rodar o teste do acelerador. Cruze LTV/CAC com payback na tabela acima. Saída esperada: uma decisão escrita — escalar, segurar ou parar — com a data e os números que a sustentam.
Passo 6 — Se for escalar, escalar em degraus. Aumente a verba em degraus de até 20%, no máximo um por semana, e refaça a conta a cada degrau. Custo de aquisição sobe quando o volume sobe, e o degrau existe justamente para você descobrir onde ele para de compensar.
Dois casos com a conta aberta
Caso 1 — verde, e o que ele autoriza
Empresa de serviço recorrente. Em um mês: R$ 20.000 de mídia, R$ 8.000 de custo do time de aquisição, R$ 2.000 de ferramentas. Total de R$ 30.000, com 15 clientes novos. CAC de R$ 2.000.
O ticket é de R$ 900 por mês, com margem de contribuição de 60%, ou R$ 540 por mês de margem. A permanência média é de 20 meses, então o LTV em margem é 540 × 20 = R$ 10.800. LTV/CAC = 10.800 ÷ 2.000 = 5,4. Payback = 2.000 ÷ 540 = 3,7 meses.
Verde nas duas pontas. Essa empresa pode subir verba em degraus, e o limite dela vai ser operacional — quantos clientes ela consegue atender bem — antes de ser financeiro.
Caso 2 — o payback longo que quebra o caixa
Agora a armadilha. Outra empresa tem CAC de R$ 4.800 e margem de contribuição de R$ 400 por mês. A permanência é boa: 30 meses. LTV em margem = 400 × 30 = R$ 12.000. LTV/CAC = 12.000 ÷ 4.800 = 2,5. O payback, porém, é 4.800 ÷ 400 = 12 meses.
Ela decide crescer e passa a trazer 20 clientes novos por mês. A saída de caixa é fixa: 20 × R$ 4.800 = R$ 96.000 por mês. A entrada cresce devagar, porque cada safra só devolve R$ 400 por cliente por mês.
| Mês | Saiu no acumulado | Entrou no acumulado | Buraco de caixa |
|---|---|---|---|
| 3 | R$ 288.000 | R$ 48.000 | R$ 240.000 |
| 6 | R$ 576.000 | R$ 168.000 | R$ 408.000 |
| 12 | R$ 1.152.000 | R$ 624.000 | R$ 528.000 |
| 18 | R$ 1.728.000 | R$ 1.368.000 | R$ 360.000 |
| 23 | R$ 2.208.000 | R$ 2.208.000 | zero |
Conferindo o mês 6: saíram 6 × R$ 96.000 = R$ 576.000. Entraram as safras acumuladas — 20 clientes × R$ 400 × (1+2+3+4+5+6) = 8.000 × 21 = R$ 168.000. Diferença de R$ 408.000. No mês 12: 12 × 96.000 = R$ 1.152.000 de saída, e 8.000 × 78 = R$ 624.000 de entrada, com buraco de R$ 528.000, que é o pico. O caixa só volta a zero no mês 23.
A conta assume, para simplificar, aquisição constante e nenhum cancelamento na janela. Mesmo assim o recado é claro: essa empresa tem LTV/CAC de 2,5 e precisaria de meio milhão de reais de capital de giro parado por quase dois anos para sustentar o crescimento. Sem esse capital, ela quebra antes de colher. O certo aqui não é escalar; é encurtar o payback — cobrar entrada, mudar o plano de pagamento, subir preço ou baixar o custo de aquisição — e só depois pisar no acelerador.
Cuidado com a origem do número de receita. A conversão que a plataforma de anúncio reporta é atribuída pelo modelo dela e não é a mesma coisa que a receita que entrou no seu caixa — a própria plataforma documenta que os totais dela divergem dos sistemas do anunciante, e explica por quê — procure por atribuição na ajuda da conta de anúncios que você usa. Para unit economics, use a receita faturada, não a reportada.
Os erros comuns
| Erro | Por que acontece | O que fazer no lugar |
|---|---|---|
| Calcular CAC só com mídia | É o número que a plataforma entrega pronto | Incluir time, ferramentas, agência e produção de criativo |
| Calcular LTV em faturamento | Dá um número maior e mais confortável | Calcular sempre em margem de contribuição |
| Decidir escalar só pelo LTV/CAC | Parece o indicador definitivo de saúde | Cruzar sempre com o payback antes de mexer na verba |
| Usar o retorno do painel de anúncios como lucro | Está na tela e atualiza sozinho | Usar o retorno de equilíbrio calculado com a sua margem |
| Chutar a permanência para cima | Ninguém tem histórico longo em PME | Declarar como estimativa e revisar a cada trimestre |
| Dobrar a verba de uma vez | A campanha estava indo bem | Subir em degraus de até 20% por semana e recalcular a cada degrau |
O que medir depois
CAC por canal, com apuração mensal e leitura trimestral. Alvo: estável ou em queda enquanto o volume cresce. Se ele subir mais de 20% ao aumentar a verba, você achou o teto daquele canal — pare o degrau e teste outro canal antes de insistir.
Payback de CAC, medido a cada trimestre. Alvo: dentro da janela que o seu caixa financia, tipicamente até 4 meses; acima de 9 meses, pare de escalar. Se não cair depois de mexer em preço ou condição de pagamento, o próximo lugar a investigar é a margem, não a aquisição.
LTV/CAC, medido a cada trimestre. Alvo: 3,0 ou mais. Se ficar abaixo de 1,5 por dois trimestres seguidos, a decisão deixa de ser de marketing e vira de modelo de negócio — preço, custo ou permanência.
Margem de contribuição por linha de produto ou serviço, revisada a cada semestre. Alvo: conhecer a margem de cada linha, não só a média. Se você tiver uma linha abaixo da média puxando o resultado, escalar a aquisição vai amplificar exatamente o produto errado.
Itens concluídos
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Leia a seguir
- O problema por trás: Meu custo para conseguir cliente subiu demais
- O problema por trás: Quando aumento a verba, o resultado piora
- Para executar: Calcular o seu CAC de verdade
- A métrica que comprova: CAC: custo de aquisição de cliente
- A métrica que comprova: LTV: quanto um cliente vale ao longo da relação
Perguntas que costumam vir junto
Como saber se meu CAC está alto?
Seu CAC está alto quando ele passa de um terço do lucro bruto que o cliente deixa na vida inteira, ou quando você demora mais de doze meses para recuperá-lo em caixa. Não existe número universal: o corte é a sua margem e o seu caixa, nunca o benchmark do vizinho.
Ver a resposta completa a «Como saber se meu CAC está alto?»
Como calcular o LTV do meu cliente?
LTV é a margem que um cliente deixa na sua empresa durante todo o relacionamento. Em negócio recorrente, multiplique a mensalidade pela margem de contribuição e pelo tempo médio de permanência. Em negócio de compra repetida, multiplique ticket médio, margem, número de compras por ano e anos de relacionamento.
Ver a resposta completa a «Como calcular o LTV do meu cliente?»
Quanto uma empresa deve investir em marketing?
Não existe percentual correto. A verba certa é a que você calcula de baixo para cima: meta de vendas, ticket, taxa de fechamento, leads necessários e custo por lead. O percentual do faturamento serve só para checar se o número que saiu é sustentável, nunca para definir a verba.
Ver a resposta completa a «Quanto uma empresa deve investir em marketing?»
O que é ROAS e qual é um bom ROAS?
ROAS é quanto de receita cada real de anúncio devolveu. Um bom ROAS não é 3 nem 5: é qualquer valor acima do seu ROAS de equilíbrio, que é 1 dividido pela sua margem de contribuição. Com margem de 40%, você empata em 2,5 e só lucra acima disso.
Ver a resposta completa a «O que é ROAS e qual é um bom ROAS?»
Quanto cobrar pelo meu serviço?
Calcule dois números e escolha entre eles. O piso é o seu custo por hora faturável dividido pela margem que você quer. O teto é uma fração do valor que o serviço gera para o cliente. Preço abaixo do piso quebra a empresa; preço no teto sem prova de resultado não fecha.
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Ritual semanal de gestão comercial
O ritual semanal é uma reunião de 45 minutos, na mesma hora toda semana, dividida em sete blocos cronometrados. Você olha placar, topo de funil, carteira…