Diagnóstico · versão 1.0.0 · 3 minutos
Prontidão para IA
Este diagnóstico mede se a sua empresa tem as condições para usar IA em trabalho real: informação organizada, uso já existente, gente com rotina para conduzir e regra de segurança. Ele devolve o primeiro passo viável, não uma lista de ferramentas para contratar.
Pergunta 1 de 12
O que este diagnóstico mede
- Informação organizada
- Se existe informação da empresa em lugar consultável para a IA trabalhar em cima.
- Uso hoje
- O que a empresa já faz com IA e se o ganho é medido.
- Pessoas e rotina
- Se as tarefas repetitivas estão mapeadas e se há quem toque o assunto.
- Segurança e regra
- O que pode ser colocado numa IA, quem confere a saída e o que é registrado.
Este diagnóstico mede se a sua empresa tem as condições para usar IA em trabalho real: informação organizada, uso já existente, gente com rotina para conduzir e regra de segurança. Ele devolve o primeiro passo viável, não uma lista de ferramentas para contratar.
Para quem é: Dono que quer usar IA na empresa e precisa saber se as condições existem antes de investir.
O que este diagnóstico responde
A pergunta que quase toda PME faz é "qual ferramenta de IA eu contrato". É a pergunta errada, e é por isso que tantos projetos morrem na terceira semana.
A pergunta certa é se existem condições para a IA produzir trabalho aproveitável: informação onde ela possa ser lida, uma tarefa repetitiva que valha automatizar, alguém com horas para conduzir e uma regra sobre o que pode sair da empresa.
O que o número significa
As quatro dimensões, e por que informação pesa mais
Informação organizada vale 30 pontos, o maior peso, porque é o insumo. IA aplicada a uma base desorganizada devolve resposta bonita e errada, e o erro é difícil de perceber.
Uso hoje vale 25: quem já usa para alguma coisa aprende mais rápido. Pessoas e rotina valem 25, porque sem responsável com horas reservadas o piloto morre. Segurança e regra valem 20 — sem definir o que não pode ser colado numa ferramenta externa, a empresa cria um risco que não sabe que tem.
Prontidão não é sobre tecnologia
Nenhuma das quatro dimensões pergunta qual ferramenta você usa. Todas perguntam sobre organização, hábito e regra. É isso que separa quem tira proveito de quem só testa.
Como ler o seu resultado
| Faixa | Leitura | Primeiro passo |
|---|---|---|
| 0 a 39 | Ainda não é hora de IA | Documentar um processo antes de automatizar qualquer coisa |
| 40 a 59 | Pronto para o primeiro uso sério | Uma tarefa repetitiva e verificável, com responsável nomeado |
| 60 a 79 | Usando com método | Padronizar o que funciona e medir horas devolvidas |
| 80 a 100 | Pronta para automatizar de verdade | Agentes com escopo definido e conferência de saída |
As faixas descrevem estágios, não pesquisa publicada.
O erro mais comum de quem faz este diagnóstico
Achar que prontidão alta significa começar por atendimento automático ao cliente. É o projeto com maior custo de erro e o que mais depende de processo escrito — deixe para depois, mesmo com nota alta.
O segundo erro é confundir familiaridade com prontidão: usar IA para escrever post não indica que a empresa tem informação organizada.
O que fazer com cada faixa
- 0 a 39: escreva um processo. Um SOP pode ser gerado a partir de uma gravação narrada.
- 40 a 59: escolha a tarefa repetitiva com resultado conferível em cinco minutos e reserve quatro horas por semana a alguém.
- 60 a 79: meça horas devolvidas e taxa de aceitação da saída antes de ampliar.
- 80 a 100: construa agentes com escopo estreito e conferência humana obrigatória.
Leia a seguir
- O problema por trás: Quero usar IA e não sei por onde começar
- O problema por trás: Cada vendedor vende de um jeito
- Para executar: Implantar IA no comercial em 30 dias
- A métrica que comprova: Ciclo de venda
- A métrica que comprova: Taxa de conversão por etapa do funil