Diagnóstico · versão 1.0.0 · 3 minutos
Prontidão para IA
Este diagnóstico mede se a sua empresa tem as condições para usar IA em trabalho real: informação organizada, uso já existente, gente com rotina para conduzir e regra de segurança. Ele devolve o primeiro passo viável, não uma lista de ferramentas para contratar.
Pergunta 1 de 12
O que este diagnóstico mede
- Informação organizada
- Se existe informação da empresa em lugar consultável para a IA trabalhar em cima.
- Uso hoje
- O que a empresa já faz com IA e se o ganho é medido.
- Pessoas e rotina
- Se as tarefas repetitivas estão mapeadas e se há quem toque o assunto.
- Segurança e regra
- O que pode ser colocado numa IA, quem confere a saída e o que é registrado.
O que este diagnóstico responde
A pergunta que quase toda PME faz é "qual ferramenta de IA eu contrato". É a pergunta errada, e é por isso que tantos projetos morrem na terceira semana.
A pergunta certa é se existem condições para a IA produzir trabalho aproveitável: informação onde ela possa ser lida, uma tarefa repetitiva que valha automatizar, alguém com horas para conduzir e uma regra sobre o que pode sair da empresa.
O erro mais comum de quem faz este diagnóstico
Achar que prontidão alta significa começar por atendimento automático ao cliente. É o projeto com maior custo de erro e o que mais depende de processo escrito — deixe para depois, mesmo com nota alta.
O segundo erro é confundir familiaridade com prontidão: usar IA para escrever post não indica que a empresa tem informação organizada.